Você sabia que a cartografia aliada ao Big Data pode trazer inúmeras soluções nas mais diversas áreas? O que possibilita a análise de dados a partir de uma uma perspectiva espacial são os chamados Sistemas de Informação Geográfica (SIG, ou GIS na sigla em inglês), que são ferramentas cartográficas que funcionam com dados georreferenciados. A chave do SIG é que eles usam geolocalização, isso é, coordenadas geográficas, como um elo comum entre o território e os dados a serem analisados ​​e exibidos.

Para que fique mais claro, Michael F. Goodchild, professor de geografia da Universidade da Califórnia, explica: “um SIG pode ser visto como um sistema de hardware, software e procedimentos projetados para suportar captura, gerenciamento, manipulação, análise, modelagem e consulta de dados referenciados espacialmente, para solução de problemas de planejamento e gerenciamento”.

Ou seja, como concluiu um estudo da Universidade do Paraná, um SIG pode incluir um software que irá disponibilizar a informação certa, para a pessoa certa, no lugar certo, na hora certa, da forma correta e com o custo certo. Além disso, os SiGs possuem uma multiplicidade de produtos de informação, que são apresentadas por meio de relatórios, que ajudam os gerentes com o fornecimento de dados e informações para a tomada de decisões.

Dessa forma, a principal vantagem da SIG é que eles podem manipular dados gráficos e não-gráficos de forma integrada, provendo uma forma consistente para análise e consulta envolvendo dados geográficos. Pode-se permitir, por exemplo, acesso a registros de imóveis a partir de sua localização geográfica. Além disso, podem fazer conexões entre diferentes entidades, baseados no conceito de proximidade geográfica.

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